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(36) Poesia da Semana

Você acredita em mim?
Porque eu estou farto
De tudo o que fazem por mim
Vou desligar todas as
Tv’s deste mundo
Pra te explicar
Que nada escolhe o seu rumo

No meio da estrada o mal
No meio da estrada o mal
No meio da estrada o mal
No meio da estrada o mal

Um meio uma estrada o sal

Dou bem á você
E esquece de mim
O sal em você
O gosto em mim
Esqueço você
Encontro o meu fim
O bem em você
E o sal em mim

No meio da estrada o sal
No meio da estrada o sal
No meio da estrada o sal
No meio da estrada o sal

Um meio uma estrada o sal

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(35) Poesia da Semana

Céu azul te acordou
Mais um dia
Este é o sinal que te chama
Você nem cochilou
Sábado vem , tudo bem
Sua imagem , seu futuro

Pegou um carro foi a luta
O sereno nem secou
O seu mundo individual

Você está , na mesma escola
Para viver bem
Você está , na mesma escola
Para viver bem

E fez sua amizade com o tempo
Curtiu a rotina de suas horas
Cresceu a voz de querer bem perto
Sua missão que não demora

Você está , na mesma escola
Para viver bem
Você está , na mesma escola
Para viver bem

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(34) Poesia da Semana

Sinto o ar essas ondas sem cor
Está vazia a cidade do amor
Sempre que esteve aqui você nunca pode perceber
A voz de um filho teu

Se você sente dor eu sinto também
O sal sente falta do doce que tem
Um livro de amor podemos errar
Mas nunca podemos sequer apagar

Na cidade do amor trilhamos sozinhos
Para no final se encontrar
Uma voz diz por favor retira os espinhos
Pra poderem se abraçar

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(33) Poesia da Semana

Tamarindo banana caju pera
é nessa feira que eu vou
Arruma as mala
Descendo as ladeira
Só uma banca que restou

Alguém me diz o que que aconteceu
Se ela assiste só TV
Eu to pensando em me mudar daqui
Pra feira de Botucatu

Não tem dinheiro para os meus remédios
Prefiro ficar lá no sol
Arruma as mala
Descendo as ladeira
Aquela Banca que restou

Alguém me diz o que que aconteceu
Se ela assiste só TV
Eu to pensando em me mudar daqui
Pra feira de Botucatu
Pra feira de Botucatu
Pra feira de Botucatu

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(32) Poesia da Semana

Soa como o mar
E se solta vai voltar
Soa como o mar
E se solta vai voltar

Perdendo tesouros pro mundo
Que ficam mas não vão além
O descaso retorna
O cansaço que devia ficar

Soa como o mar
E se solta vai voltar
Soa como o mar
E se solta vai voltar

Um cego inventando o escuro
Sempre ali a buscar
Porque quem vê nunca viu
O que o cego verá

Sera que perdido foi?
Lá lá lá lá lá
Lá lá lá lá lá
Que digam os homens de bem

Soa como o mar
E se solta vai voltar
Soa soa

música · Pupo Oficial

Apresento á vocês o álbum Sonoridade Stridameris, em conformidade, e a tempo!

A formação da opinião parte do interesse pelo ideal, trabalhos com a Comunicação do pós-álbum, em seu conceito, gerar público criativo. Mentes que entram e saem de ambientes com a sua mente conectada! praticamos o melhor para uma sociedade sem competição, o ideal Stridameris não briga por comida, só traz felicidade pra quem consegue pagar barato por ela. (Ouça também no Spotify..)

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(31) Poesia da Semana

Todo dia tudo bem tudo vai irmão
Na sintonia de quem vai á algo então
Passa o dia tudo bem tudo vai irmão
Na sintonia de quem vai algo em vão
Todo dia tudo bem tudo vai irmão
Na simpatia de quem vai algo e não

Rotina que aplica
Sete horas da matina
Os homens que enquadrando
Vira a fila do busão
Na condição sem malícia

Quando aperta o elevador já desce para combinar
Se vira homem-lobo
Perde o foco dentro do olhar

Só seguir
Sem correr
Sem olhar
Pode crer

Todo dia tudo bem tudo vai irmão
Na sintonia de quem vai a algo então
Passa o dia tudo bem tudo vai irmão
Na sintonia de quem vai algo em vão
Todo dia tudo bem tudo vai irmão
Na simpatia de quem vai algo e não

Final de semana festas de campana
A fatia da primeira
Da cautela que é suspeita
Mas se os homem vim
Pode enquadra
Entende que aqui só tem flagrante
Na hora de bolar

Rezei pra mil e uma voz
Sem querer
Queria estar a vontade
Com você

Rezei pra mil e uma voz
Sem querer
Queria estar a vontade
Com você

Rezei pra mil e uma voz
Sem querer
Queria estar a vontade
Com você

Só que nada a perder nada a perder
Te ensina o toque
Sem carícia